Nas minhas idéias, o tráfico sempre foi para mim uma espécie de combate social. Um tipo de ações terroristas disfarçadas entre classes e famílias.
O incrível é a participação dos combatidos nela, que são os abastados, e seus vícios que lhe envenenam.
Mas talvez daí venha o meu erro, neste pensar.
Meu erro talvez não seja ver direito onde está o alvo desse esquema gigantesco.
Numa segunda tentativa de compreensão, vejo o Estado.
Onde a luta entre os terroristas disfarçados e as classes abastadas são diferenças, e aí está nesta tentativa de explicar, a razão para que as duas classes participem do jogo.
Uma financiando e a outra executando as brincadeiras de entorpecimento nacional, diante do problema, ou problemas, consequentes desta vertente empresarial de lazer, satisfação e luxúria.
O "lazer sensual" é uma coisa muito pessoal, tem haver com desejos humanos. O egoísmo reina nesta estória de prazeres urbanos.
As famílias não devem entrar, para não serem contaminadas ou proibirem os atos dos participantes dos atos, tirando os atores da cena.
A química entra neste momento, em um ato de excitação e esquecimento.
Ambos os lados sabem disso, fazendo vista grossa, dos acontecimentos.
É uma brincadeira custosa e difícil de entender.
Mas como a participação é gigantesca. Com poderosos dos dois lados, não se combate diretamente.
O terror é este.
Custa muito ao Estado combater estas coisas, invisíveis, ou quase, por quereres e desejos às vezes até libidinosos, mas que O (Estado) atingem também.
Saúde, segurança, assistências sociais, tudo pesa aos bolsos estatais. Inclusive para as famílias que tentam ficar de fora.
O terror sabe, e ganha poder com as derrotas do primeiro e dos segundos (os ricos), as famílias que financiam este empreendimento.
A luxúria de poucos financia a luxúria de outros poucos, o reino está estabelecido.
Uns caciques anônimos e outros nem tantos.
Perdem nisso tudo, os que vêem. Sem se colocar.
O incrível é a participação dos combatidos nela, que são os abastados, e seus vícios que lhe envenenam.
Mas talvez daí venha o meu erro, neste pensar.
Meu erro talvez não seja ver direito onde está o alvo desse esquema gigantesco.
Numa segunda tentativa de compreensão, vejo o Estado.
Onde a luta entre os terroristas disfarçados e as classes abastadas são diferenças, e aí está nesta tentativa de explicar, a razão para que as duas classes participem do jogo.
Uma financiando e a outra executando as brincadeiras de entorpecimento nacional, diante do problema, ou problemas, consequentes desta vertente empresarial de lazer, satisfação e luxúria.
O "lazer sensual" é uma coisa muito pessoal, tem haver com desejos humanos. O egoísmo reina nesta estória de prazeres urbanos.
As famílias não devem entrar, para não serem contaminadas ou proibirem os atos dos participantes dos atos, tirando os atores da cena.
A química entra neste momento, em um ato de excitação e esquecimento.
Ambos os lados sabem disso, fazendo vista grossa, dos acontecimentos.
É uma brincadeira custosa e difícil de entender.
Mas como a participação é gigantesca. Com poderosos dos dois lados, não se combate diretamente.
O terror é este.
Custa muito ao Estado combater estas coisas, invisíveis, ou quase, por quereres e desejos às vezes até libidinosos, mas que O (Estado) atingem também.
Saúde, segurança, assistências sociais, tudo pesa aos bolsos estatais. Inclusive para as famílias que tentam ficar de fora.
O terror sabe, e ganha poder com as derrotas do primeiro e dos segundos (os ricos), as famílias que financiam este empreendimento.
A luxúria de poucos financia a luxúria de outros poucos, o reino está estabelecido.
Uns caciques anônimos e outros nem tantos.
Perdem nisso tudo, os que vêem. Sem se colocar.
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