'É difícil saber com quem o Andrade conta', LANCEPRESS! - Dirigentes e jogadores questionam o treinador. Sobre trabalho, atleta chega a dizer: 'É tanta loucura'
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Espertos nos negócios das vendas.
O negócio imobiliário rende muita grana em nosso país apostando no conforto, segurança, e comodidade de seus moradores.
Os homens na antiguidade, caçavam e coletavam seus alimentos, precisavam o estocar também. Para se protegerem dos animais ferozes procuravam espaços que fossem seguros e que comportassem seus clãs e bens necessários à sobrevivência.
Daí, já se vê que esses milhares de anos separam muitas coisas, muitos eventos, fatos, uma história ampla com muitas novidades, mas o homem moderno, continua procurando se protejer e armazenar seus bens duradouros ou fungíveis em ambientes que o comportem bem e que sejam seguros.
A evolução se deu no fato de quê antes as cavernas estavam muito disponíveis e para o modo de vida de então, eram confortáveis. Hoje, se constróem as cavernas (apartamentos) mais confortáveis, mas a procura é a mesma, proteção, segurança e conforto.
As imobiliárias estas instituições modernas sabem das carências humanas no seu habitat, e vendem seus apartamentos de acordo com isto. Transformando carências de moradias em suprimentos habitacionais e fazendo propagandas do que construiu com seus diferenciais, para bem vender.
terça-feira, 2 de março de 2010
Ventanias.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Rotinha, rotina, rosinha, já fui, eu ein?
Triste estória.
Acompanho todo dia, mas não entendo.
Meu sonho é comprar algo que me valha a pena.
Minha vida de solteira, não me agrada, seria bom outra vida.
A novela acabou, agora vem propaganda da loja.
O produto novo me encanta muito agora.
Uma televisão.
Um amor…
Um.
A
novela todo dia me enche o saco. Ah!!! se eu fosse 1 homem.
Nadica de novela para eu sonhar de noite.
So caminha para dormir.
Com homem.
1 Mulher.
Nós.
Só.
1.
.
Procurando um ganha pão. Não tive retôrnos.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Diferenças ... ou compromissos ...
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Azul, multicoloridos.
Ai, me enganei, é um avião.
Coisa cara que leva a sonhos.
O difícil é acreditar.
Sonhos são caros !!!
Passarinhos são livres.
Como eu pude me enganar?
Foi a visão.
O raro é eu voar.
Passarinho voa de graça.
Meu mundo não.
Não posso carregar o que tenho.
As asas não comportam o peso.
A leveza é coisa de homem sonhador.
O aço voa.
O passarinho também.
Como eu pude me enganar?
No brilho falso daquelas asas paradas.
Movidas no quente do homem.
Sonhos para mim são levezas.
O quente dói.
O vento não.
As asas não são assim, eu acho.
Mas me engano com tudo.
É a natureza grátis da exuberncia natural.
O animal goza no vôo.
O homem goza no avião.
Eu tive uma visão.
O resto foram sonhos...
O elefante.
O importante não pega, ele sabe.
O peso fantástico, do problema.
Só carregam os azarados.
Os fortuitos empreendem sortes.
Tour in Jampa
amores descritos.
O paraiso está longe,
mas,
temos prédios para lembrar ...
A grana deixou lances.
O amor não,
poetas de lua,
não sangram, concretos cinzas,
sangram brancas paredes.
Trânsito de prazeres, trocas de favores.
O incrível é a participação dos combatidos nela, que são os abastados, e seus vícios que lhe envenenam.
Mas talvez daí venha o meu erro, neste pensar.
Meu erro talvez não seja ver direito onde está o alvo desse esquema gigantesco.
Numa segunda tentativa de compreensão, vejo o Estado.
Onde a luta entre os terroristas disfarçados e as classes abastadas são diferenças, e aí está nesta tentativa de explicar, a razão para que as duas classes participem do jogo.
Uma financiando e a outra executando as brincadeiras de entorpecimento nacional, diante do problema, ou problemas, consequentes desta vertente empresarial de lazer, satisfação e luxúria.
O "lazer sensual" é uma coisa muito pessoal, tem haver com desejos humanos. O egoísmo reina nesta estória de prazeres urbanos.
As famílias não devem entrar, para não serem contaminadas ou proibirem os atos dos participantes dos atos, tirando os atores da cena.
A química entra neste momento, em um ato de excitação e esquecimento.
Ambos os lados sabem disso, fazendo vista grossa, dos acontecimentos.
É uma brincadeira custosa e difícil de entender.
Mas como a participação é gigantesca. Com poderosos dos dois lados, não se combate diretamente.
O terror é este.
Custa muito ao Estado combater estas coisas, invisíveis, ou quase, por quereres e desejos às vezes até libidinosos, mas que O (Estado) atingem também.
Saúde, segurança, assistências sociais, tudo pesa aos bolsos estatais. Inclusive para as famílias que tentam ficar de fora.
O terror sabe, e ganha poder com as derrotas do primeiro e dos segundos (os ricos), as famílias que financiam este empreendimento.
A luxúria de poucos financia a luxúria de outros poucos, o reino está estabelecido.
Uns caciques anônimos e outros nem tantos.
Perdem nisso tudo, os que vêem. Sem se colocar.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
O grande Golpe - cruel e na faixa.
Um político, um bôbo e uma prostituta, que se "achavam".
A galera fazia a festa na comunidade. Não tinham à quem obedecer, ali havia uma figura vaga, a do chefe.
Todos eles mostravam os dentes, os três figurões e o resto.
Só quem não mostrava totalmente quem era, eram as três figuras citadas no início.
Eram desmoralizados por natureza, os três.
Ele foram tentados, um a cada vez.
O político quis ser chefe, e por ordem.
Foi uma bagunça. Ele no discurso, fez amizade com todos, babou todo mundo, porém caiu por terra sua máscara. Não durou muito sua chefia. Principalmente, depois que colocou um tesoureiro esperto para o assessorar, que fugiu com a grana do político. Ele sem grana ficou bravo e se virou em um ditador, e foi deposto.
Depois foi a vez do bôbo, esse de cara foi errado desde o início. A sua imagem era de um abestalhado, não convencia a galera das redondezas do que era certo nem do errado. Numa atitude em que ele achou de macho, proibiu as garotas de usarem batom, elas o colocaram para fora da chefia, em um protesto continuado.
A prostituta, mais esperta, demorou foi muito na chefia, fez festa todo dia, com todo mundo das redondezas nos sábados dançando nú. Mas a galera ficou com raiva, queria que a dança fosse todo santo dia. A prostituta não amoleceu no seu decreto e foi posta pra fora do cargo, com a insatisfação de seus subordinados.
Um homem de fora, de outra cidade, vendo tudo, agiu diferente. Tinha outras idéias sobre chefia. Ele era casado com a irmã da prostituta, a sua mulher tinha parentesco com o político, e era este homem - o político cunhado do bôbo, que tinha parentesco também com a nossa amiga ex-chefe comunitária.
Até sua esposa entrou na dança, ele se separou dela, o que causou um alvoroço no início, mas a comunidade das redondezas sabia que ela tinha um pouco do sangue dos três chefes anteriores, e até gostou da atitude.
Pensaram em apoiar o homem de fora, acharam ele um homem sério, honesto, uma liderança enfim tinha surgido.
Ele cumpriu a sua missão planejada meticulosamente.
Depois de três anos comprou a todos da redondeza com chantagens, expondo todas as safadezas deles, e guardando segredos para só contar se fosse necessário, às familias de cada um.
O pior.
Todos desmoralizados, sairam com suas famílias, para salvarem o que lhes restava.
Muitos tinham parte nos roubos pela política.
Jovens revoltados com o decreto do bõbo,, proibindo o batom, fizeram coisas piores pela ausência do que achavam inocente nas meninas.
A prostituta tinha feito o resto.
As festas dos pelados, acabou com a moral de muitos.
Dez anos depois, o homem de fora estava plantando sua cana -de- acúcar, onde antes haviam muitas casas, compradas a preço de banana e outras por nada. Tôdas colocadas a baixo, sem dó.
Se virou num chefe de um empreendimento de sucesso, uma fazenda sucro-alcoleira de primeira qualidade.


