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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Fórmula secreta para beijar muito.

Inventei um batom de última geração.
1 - Manteiga de cacau.
2 - Essências naturais de morango e framboesa.
3 - Glitter de farinha de rôsca, bem pequenininhas.
e finalmente a
4- …
Desculpem, a quatro é só minha, não conto.
A aderência da manteiga, o cheiro das essências, o brilho do pozinho disso tudo já se sabe.
Mas da cor carmim eu não digo de onde eu tiro.
Quero ganhar dinheiro com minha formulãção magnética. Vocês entendem.





domingo, 20 de dezembro de 2009

Transformação secular.




Hoje pela manhã ao ver um cachorro na rua roendo um osso, pensei na utilidade dos ancestrais na vida das pessoas.
O cão come o ôsso, apesar de alguns ainda gostarem de comer da carne quente, quando lhe dão, institivamente.
O que eu vi no instinto foi que o animal, apesar de estar longe de seu habitat antigo, lembrando das carnes que comia, inconscientemente, roendo os ossos frios, tem o prazer e a sensação de estar provando dela (carne fresca) ainda. Pois o primitivo da sua espécie depois de comer fresca e quente roía o frio dos restos, nos ossos.
Eu pensei, deste modo: meus pais tem ainda um pouco da grana que tinham antes.
Vou ficar com os ossos das carnes que eles comeram. E vou fazer o contrário como ser-humano que sou. Vou transformar os ossos da herança deles num filé gostoso.
Mas como vou dar o primeiro passo?
Vou reestudar o que aprendi, no ensino básico, o bastante, na sequência irei fazer um cursinho com o resto da grana deles, e passar num belo concurso público, de primeira categoria.
Os ossos vão virar fílé todo dia.
Vida de cachorro também é cultura e aprendizado.
Mas o pior aconteceu depois, uma colega minha que já roeu os ossos, depois de me escutar, me contou em segredo, afirmando que tem gente que vende as provas e ninguém prova depois. Isso me deu um dilema, nos meus planos honestos, e agora, compro ou não? O dinheirinho que tenho dá para este filé todo? E os outros? Será que meus concorrentes também sabem dessa fofoquinha?

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Atrelada a ganhos.

Hoje de noite na cama tive uma idéia interessante, ao olhar para minha esposa e não sentir gosto nela. Apesar de ela estar com uma linda lingerie, bem cara que lhe dei.

Eu que vivo da usura, vou arriscar um pouco mais.

Minha mulher é linda e gostosa, mas hoje está devagar, vou fazer um susto a ela, sem ela saber.

Vou atrelar seu corpo gostoso à nossos lucros. em família. Emprestarei minhas sobras financeiras, de acordo com as más fases de "meu tesão".
Quando ela estiver sem graça de cheinha e cansada de mim, eu no  mês subsequente, baixo os juros para comermos menos em casa.. Ela, que adora comer do bom e do melhor, vai ficar nervosa, e com a falta da abndância do comer, vai se dedicar e me querer.
Quando ela estiver gostosa novamente, depois do regime, eu subo os juros novamente, no próximo período, ganho mais com isso de novo, e faço amor até ela cansar, em tudo que é lugar e paraísos.
O problema é que ela sempre cansa, mesmo com luxos, e eu vou ter prejuízo novamente, de qualquer jeito. Ela vai engordar, para não me comer, e vou novamente baixar minhas receitas, colocando meus planos em pauta novamente.
Se depois de um tempo não der mais certo essa tática, vou comprar ouro e diamante, sem ela saber por uns tempos. Deixo ela com os meus ganhos oficiais de assistente administrativo, na sua pensão sonhada, e parto para a liberdade.

Vou encantar outras com minha poupança, dando um anelzinho barato de ouro, a cada novidade que encontrar e gostar. Farei isso com os lucros dos meus diamantes. Farei empréstimos deles, e com o dinheiro do aluguel dos anéis às mulheres chiques, que adoram usar brilhantes em suas baladas de sonhos, vou ter outros novos relacionamentos heteros.

Depois começo a executar minha agiotagem novamente, do mesmo jeito, de acordo com minha usura sexual. 
Tirando e botando, de vez em quando.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Da propaganda rápidez e dinheiros.

Ao caminhar na rua hoje logo cedo, vi um negócio interessante.
Umas meninas e meninos vestidos de ursinhos com um megafone na cabeça acoplados a um aparelho de mp5.
Fui saber quem era o inventor de tal idéia.
O cara me disse que a coisa era simples.
Colocava o gerador de áudio no primeiro garoto da fila, os outros captavam os sons do primeiro sem fios, e ficavam colocados em fila, com um no meio da rua, no abrir e fechar dos sinais, e os outros dois nos cantos.

As mensagens eram geralmente de produtos em ofertas dos magazines e supermercados da avenida, que já estavam se multiplicando em ofertas com o trabalho de nosso amigo.

A mensagem rendia frutos, a rua era lotada de toda espécie de comércio varejista, e as pessoas ao ouvir as mensagens respondiam.
Ele contratava estagiários de segundo grau, e não permitia que fossem identificados, para não causar constrangimentos.
Gostei, foi minha primeira experiência que acredito de muitas na área.
Na semana seguinte passei novamente no local, estavam vestidos de leãozinhos, pardos.